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"Aventuras e desventuras de D. César e D. Vitória"

[ Europe/Lisbon ] 2007/01/02 23:36 "Gatinho doente. :("

E cá estou eu novamente ao fim de não sei quanto tempo...

Hoje é a dona a falar...

O meu gatinho está com problemas urinários. Detectei na noite da consoada, porque ele estava numa posição muito estranha encostado aos cantos e, acima de tudo, não veio para a sala, quando a generalidade das visitas se foi embora e eu abri a porta para eles virem participar no rescaldo da festarola dos humanos. Também não quis brincar com a prenda que lhe dei (umas bolinhas barulhentas), o que eu achei muito, mas muito estranho...

Fui logo que consegui ao veterinário e vim de lá muito triste.
Ele foi algaliado (depois de anestesiado, porque se torna no Dr. Jeckyl, quando chega ao veterinário).
Agora está a fazer antibiótico e tenho ido quase todos os dias com ele ao vet desde que foi detectado o problema.

Já estive a ler alguns tópicos no fórum e vou procurar mais informação. Confio plenamente nas minhas veterinárias, mas estou intrigada com uma questão...

Ele (penso que é ele, porque a veterinária diz que é um dos sintomas que indica este tipo de problema) anda a fazer xixi fora da caixa...
Antes deste drama eu limpava a areia de manhã e à noite e trocava a areia na totalidade com a regularidade necessária.

Agora limpo a areia sempre que vejo lá um bocadinho de porcaria. Mas, ainda assim ando sempre a apanhar líquido do chão (blargh...)... Porque será?

(não uso amoníacos nem essas coisas...)

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[ Europe/Lisbon ] 2006/10/04 15:14 "Resumo do último ano"

No Dia do Animal resolvemos dar o ar da nossa graça para contar como tem sido a nossa vidinha.

Césa e Vitória


Aqui está a descrição, na primeira pessoa, feita pelo César:

Desta vez é que os meus donos se passaram... Eles já tinham passado das marcas aqui há uns anos, quando trouxeram uma gata cá para casa (a quem me obrigam a chamar mana) para me massacrar o júízo, mas desta vez ultrapassaram o concebível.

Aqui há um ano, a minha dona desapareceu durante cinco dias. Eu achei que ela ia tratar de um problema que ela tinha na barriga, que estava cada vez maior. E estava certo. Quando voltou, já vinha menos inchada. Mas também trazia ao colo uma coisa pequena que gritava imenso.

Entrou na sala e fechou-me a porta na cara e ali ficou fechada na sala com a mini-criatura aos gritos.

Pensei que fosse uma coisa temporária. Nunca pensei que aguentassem tamanha gritaria o tempo todo. Quando a gata estava assim, levaram-na, fizeram-lhe uma operação e ela deixou de gritar. Mas não, a mini-criatura ficou e continuou a gritar.

O interessante foi que a minha dona ficou em casa durante semanas a fio. Tinha saudades de ter assim a minha dona debaixo de olho. Mas... o problema é que não me ligava muito e fechava-me sempre a porta na cara, quando eu ia atrás dela. Durante meses foi assim... A minha mana (a gata) também ficava para trás, mas como ela é mais lenta, não se apercebia.

Note-se que a minha dona, continuou a dar-me comidinha todas as manhãs e noites e a trocar-me a água regularmente. Também voltou a tratar da minha areia (não sei porquê, quando ela estava com aquele problema na barriga, não me limpava a areia). As festinhas essas nunca faltaram, embora em menos quantidade, porque ela anda sempre muito atarefada com a mini-criatura.

Com o tempo, depois de chegar a mini-criatura (que surpreendentemente veio mais pequena do que eu, mas que rapidamente ficou maior do que eu), começaram a deixar as portas abertas, para que eu pudesse também estar perto da minha dona e da mini-criatura. A mini-criatura deixou também de gritar tanto.

A minha dona também voltou a sair de casa de manhã e a voltar à noite. Mas trás sempre a micro-criatura com ela... De manhã ainda tenho esperança, mas depois...

Ainda estou para ver no que isto vai dar. É que há mais coisas que estão a mudar. Se ela, no início estava sempre dentro de um cesto, agora anda de um lado para o outro. Ela anda como eu, com as quatro patas assentes no chão, mas parece que está a querer andar como os meus donos. O que virá aí?

Agora anda sempre perseguir-nos, a mim e à minha mana. Eu deixo-a aproximar-se, mas vou-me sempre embora à última. Não sei porquê, acho que aquela patinha me quer apertar as orelhas ou o rabo.

Eu e a minha mana continuamos a apreciar o colinho da nossa dona, mas temos de esperar que a mini-criatura esteja deitada, para podermos usufruir do tão esperado colinho. As festinhas, essas vêm a toda a hora, quando a dona se cruza connosco.

A minha mana gosta de ficar de guarda à porta do quarto da mini-criatura, quando não está a dormir no sofá (a minha mana é um bocado sorna). Deve achar que é importante. Eu prefiro andar por toda a casa como de costume.

A mini-criatura também anda a ver se chega à minha comida. Mas a minha dona explica-lhe, e muito bem, que aquilo não é dela. Era o que mais faltava... Ter de partilhar a comida não só com a minha mana, como com a mini-critatura... Há limites.

César

...e já agora a opinião da Vitória:

Eu bem me parecia que estava a acontecer qualquer coisa...

Vitória

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[ Europe/Lisbon ] 2005/08/03 16:26 "um ano de ausência"

Olá,

Devem estranhar a nossa ausência de entradas no diário de praticamente um ano, mas aconteceu tanta coisa, que nem sei...

Gastrite

Apesar de não ter tido problemas de maior, apareceu-me uma alopécia (uma pelada) pequenita na cabeça que tem estado a ser tratada... Quando eu deixo. eheheh. A minha dona diz que «ao menos não aumenta, mas também não diminui....».

O mês passado, andei um bocado mal disposto. Vomitei muitas vezes e lá tive de ir visitar a senhora da bata branca... Aparentemente tinha uma gastrite... Tive de voltar, dois dias depois a visitar a senhora. Mas, se da primeira vez tive de ir para a gaiola para levar a pica, da segunda consegui escapar-me... ehehehhe

Agora já está tudo bem. Apesar de ninguém entender como é que a gastrite apareceu. Sou um gato de apartamento, não vou à rua e só como ração seca... Os meus donos desconfiam da erva que semearam por causa das bolas de pêlo... Mas não sei não. É tão apetitosa...

Fibrossarcoma

Quem andou mal este ano foi a Vitória... Lembram-se que ela ia ser operada para não gritar durante a noite toda? Mas parece que lhe apareceu alguma coisa complicada e essa operação foi adiada.

Em finais de Novembro, a minha dona sentiu qualquer coisa no lado direito do tronco da Vitória e levou-a de imediato à senhora da bata branca. A sra observou a gata e ficou pálida. «Tem de ser operada quarta-feira», disse a sra. Mas, disse a assistente: «já temos imensas operações nesse dia...»... «pois, mas esta é urgente»... A minha dona ia desmaiando... Urgente? E porquê? A médica desconfiou de um fibrossarcoma... Uma doença rara que poucas vezes aparece em gatos tão jovens. E preferiu operar primeiro e confirmar depois.

Disse, no entanto, à minha dona que, caso não fosse muito grande, optaria por esterilizar a Vitória em simultâneo, aproveitando a anestesia geral... Qual não foi o choque da minha dona, quando chegou para ir buscar a Vitória e percebeu que ela não tinha sido esterilizada... O tumor era enorme... Ela chorou tanto...

Depois ela levou o que tinha sido retirado de dentro da gatinha para o laboratório para análise e para confirmar se era realmente aquilo... E era! A sra da bata branca infelizmente estava certa. A minha dona foi à Faculdade de Medicina Veterinária buscar os resultados e mostrou-as ao primeiro médico-veterinário com que se cruzou ali mesmo nos corredores da Faculdade... E era mesmo... Um fibrossarcoma... A dona voltou a chorar muito.

A gatinha passou o Natal e Ano Novo toda enfaixada e com uma ridícula peça de plástico ao pescoço (ver foto). Voltou a visitar a sra da bata branca todos os meses até Maio e, felizmente, não reapareceu nada. Agora só tem de ir lá de seis em seis meses.

Mas não ficámos por aqui. Depois de passarem os seis meses críticos, a gatinha foi então operada para deixar de gritar. Lá esteve mais duas semanas com um fatinho ridículo e para o fim puseram-lhe a peça de plástico outra vez... Aparentemente ela estava a comer o fatinho, o que não lhe fazia nada bem...

Agora já está catita, o pêlo já nasceu, mas ficou com a risquinha das costas um pouco torta... Lá se foram as hipóteses de ganhar algum prémio nas exposições de gatos... Mas o importante é que está óptima!!!!!

A bonança

Agora está tudo bem. Parece que vamos ter de ir novamente este mês à sra da bata branca, por causa das tais das vacinas, ouvi eu dizer... Parece que tem de ser já não sei porquê... Devem estar a preparar mais alguma...

Foi um ano muito atribulado, mas ao mesmo tempo enriquecedor. Nunca tinhamos estado doentes e assim recebemos miminhos extra.

E é assim a minha vida e da Vitória...

Minhaufas,

César

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[ Europe/Lisbon ] 2004/08/14 20:10 "Nova ida ao veterinário"

E lá fomos nós outra vez visitar o sr. da bata branca. Como estamos a viver numa casa nova desta vez conhecemos uma sra da bata branca...

Mas que grande panca têm aqueles srs pela bata... São todos diferentes, mas em comum: a bata branca...
Um dia dissertarei sobre o assunto.

O dia até estava a correr bem. O dono saiu cedo e foi muito querido: deixou a porta do quarto aberta, pelo que pudemos ir dormir um bocadinho para o pé da dona. shiuuu!! ;-)
Mas aquilo tinha de trazer algo no bico...

Quando o dono chegou, a dona pôs-me a mim, ao César, dentro da caixa, colocou a caixa naquela coisa grande azul que se move de um lado para o outro e lá fui eu, rumo ao desconhecido.

Tentei, durante o caminho dizer à minha dona que eu «estava ocupado, que tinha que fazer e que não me convinha ir assim a qualquer lado». Mas ela não me percebe e ia-me dizendo com uma voz serena: «está sossegado querido,... estamos quase lá,... vais conhecer uma doutora nova, que vai ser boazinha para ti...».

Chegámos por fim. Fiquei um montão de tempo virado para a parede. A minha dona diz que é por que eu me enervo no veterinário, mas só vos digo, foi uma grade seca.

Depois entrámos para uma segunda sala. A nova sra da bata é simpática. Fez-me festas, mas ainda assim espetei-lhe uma unha na bata. E não me conseguiram tirar da caixa. eheheh. De qualquer forma, foi positivo, porque não me meteram na gaiola. Deu-me uma pica e puseram a tampa na caixa.

Voltei para casa, e lá fui dizendo à minha dona que «aquilo não se faz, que um gato tem de fazer, e que não pode ser retirado assim sem aviso prévio, sem poder passar as suas tarefas a um substituto»... E lá ia ela dizendo «tem calma, estamos quase em casa». A tipa é louca...

Em chegando a casa tentei contar à Vitória o que se tinha passado, porque é que me tinha ausentado, mas com uma rapidez incrível puseram-na a ela na caixa e eu fiquei a vê-la ir-se embora... Percebi logo o que lhe ia acontecer, mas não tive tempo de a avisar. Foi tudo tão rápido. :-(

E lá foi ela.

«Fui a chorar o tempo todo e ela não voltou para casa», contou-me depois. A sra da bata branca também foi simpática com ela, mas como a Vitória é tótó, nem sequer a arranhou. É uma vergonha para a classe. À Vitória também lhe deram um tal de desparasitante, disse-me ela. Se ela tivesse arranhado a sra da bata branca, tinha-se escapado eheheh.

Quando a Vitória chegou estivemos a conversar um bocado sobre o sucedido. Parece que a dona esteve a conversar com a sra da bata branca e que a Vitória vai ser operada em breve...

Sempre gostava de saber o que é isso... Espera já sei... Deve ser aquilo que me fizeram há uns tempos. Pois deve... Pobre rapariga. Bem, mas pode ser que deixe de gritar noites a fio em determinadas alturas do ano, se vocês percebem o que eu quero dizer... A miúda tira-me do sério nessas alturas... É que fico mesmo pelos cabelos... Mas também... Não posso resolver-lhe o problema...

Mas as surpresas não ficaram por aqui. Como a sra da bata branca se esqueceu de me dar o tal do desparasitante, a minha dona já andou a tentar dar-me aquela bodega. E já arranhei mais uma!!! Hoje está a ser um dia produtivo: duas humanas arranhadas, estou a superar-me. :-) Ainda entro para o Guiness.

E vamos lá a ver o que acontece mais. Quando vier outra vez com a porcaria da seringa, vai ver. eheheheh.

E é tudo,

minhaufas grandes,

César
com a colaboração de Vitória

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[ Europe/Lisbon ] 2004/07/06 22:34 "A minha dona está em sofrimento."

Querido diário,

Há uns dias, a minha dona ficou preocupada, porque eu, aparentemente, estou a perder muito pêlo. O senhor da bata branca decidiu que eu devia tomar ácidos gordos. Eu é que não estou para isso!

O sabor daquilo até nem é mau, mas eu é que não quero tomar. E tenho dito!

No primeiro dia, fui apanhada de surpresa. A minha dona pegou-me, o meu dono aproximou-se e zunga! Enfiaram-me uma seringada na boca. Fiquei muito zangada, mas não tive oportunidade de me defender. Fiquei a pensar no assunto.

No segundo dia consegui espetar uma unha no braço da minha dona. No terceiro, já lhe deixei duas arranhadelas. Eheheh. Fica tudo em polvorosa.

No quarto dia a minha dona, que julga que é esperta, usou uma toalha para eu não fugir. Que tosca. Consegui fugir. Ehehe. Metade daquilo ficou na mão dela e o restante nas calças e ainda sobrou um bocadinho que ela ofereceu ao meu mano.

Mas antes de ontem é que foi lindo. Aquilo correu mesmo mal lá para os lados deles. Ela está cheia de pensos por todo o lado e ainda tem arranhadelas visíveis no braço e na barriga! Esqueceu-se de usar a toalha.

Ontem misturaram-me o produto com a comida. O sr. da bata branca diz que não faz mal o meu irmão também comer. Só que nem eu nem o meu irmão comemos. Hoje não nos puseram comida nova. Ai. Ai.

Parece que está cheia de dores. Mas eu não quero saber. Tenho o meu orgulho e aquilo não me agrada nada... E ainda por cima ouvi-os a segredar – com um ar extremamente angustiado –, que ainda tenho de tomar aquilo por mais uns tempos. É que tenho o orgulho ferido. Sou uma gata, então, mas o que é isto, obrigarem-me a tomar seja o que for? Não quero!

Tenho razão, não tenho, amigos gatinhos?

Vitória

PS – Consegui afastar a Vitória daqui. Eu sou a dona em sofrimento. Por favor, alguém tem sugestões sobre como continuar a dar os 2 ml de medicamento que ela tem de tomar ainda durante mais alguns dias, sem que eu fique seriamente ferida? Help!!!
PS2 - Já tentei misturar na comida. Eles não comeram nada. Não lhes vou pôr comida nova. Quando chegar à noite, se a comida não tiver desaparecido, vou ter de voltar a tentar a técnica da toalha...

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[ Europe/Lisbon ] 2004/07/03 14:14 "Desabafos do César"

Tenho passado tormentos!

A gata (que se chama Vitória, porque dizem que foi a única nau de Fernão Magalhães que terminou a circunavegação, e que eu cá acho que foi porque não se lembraram de mais nada e só descobriram a estória do barco há pouco tempo), tem-me feito a vida num inferno. Dizem que está com a "lua". Eu dou-lhe a "lua".

Não me deixa dormir é o que é.

Há outros gatos que me disseram que eu podia resolver o caso. PODIA, mas não posso...

Pois é, há algum tempo atrás, levaram-me a um sítio onde um tipo de branco me pôs a dormir e me retirou... enfim, vocês sabem o quê.

Desde esse dia não posso ver tipos de bata branca. A minha dona, que me leva lá, veste-se dos pés á cabeça com roupa espessa, que me dá um jeitão para eu escalar enquanto tento fugir do tipo.

Normalmente acabo dentro de uma gaiola que me mantém quieto. Não sem antes ter transformado o consultório num granel digno de um campo de batalha, e de ter posto 4 pessoas a correr atrás de mim.

Acho que no fundo me diverte. Afinal, sou o centro das atenções. O tipo de bata branca fica sempre com uma arranhadela. É bem feito. Eu lembro bem de quem me tirou... Não faziam o mesmo se pudessem?

Ass. César

PS - Este episódio já tem mais de um ano, mas coloco-o aqui agora, porque a minha dona decidiu recomeçar o nosso diário aqui.

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[ Europe/Lisbon ] 2004/06/26 00:04 "primeiro vôo de D. César: de Odemira a Lisboa"

A primeira grande aventura de D. César aconteceu nos distantes tempos de 1999.

Depois de bastante persistência o outro ser humano cá de casa cedeu e tratou de arranjar um gatito para coabitar connosco.

A "transacção" foi providenciada e surgiu D. César, o gato amarelo com peito branco, que correspondia exactamente ao que eu tinha pedido: "Quero um gatinho tigrado cinzento, como o lá de casa, quando era pequena", disse eu várias vezes. Mas pronto, tal como nas crianças não se escolhe o sexo...

Mas voltando um pouco atrás, em Odemira um amigo nosso encontrou D. César e seus irmãos a viver num pneu à beira de uma vacaria e escolheu a peça - e que peça! - "Foi o único que fugiu da ninhada quando me aproximei. Mostrou ter uma personalidade vincada", disse ele.

Jeitoso como é, colocou César numa gaiola de pássaro que tinha à mão e trouxe-o para Lisboa. Dava pena olhar para o gato, vinha carregadinho de pulgas e parasitas. E de personalidade!

Já no veterinário foi tratado convenientemente e veio para casa. Por ser muito magrinho e vir muito fraco o veterinário recomendou vitaminas. Mas esqueceu-se de avisar até quando é que eram para tomar! Foi o descalabro... O gato tinha energia a mais e nós não percebiamos porquê. Sabem como é, primeiro filho...

O que é facto que o gato se habituou num instantinho, até demais, à boa vida. Dormir não era com ele. Onde houvesse acção lá estava ele. "Esse gato vai dar-vos um trabalhão" disse outro amigo, "a minha desse tamanho só dormia"...

Só meses depois é que foi descoberta a causa do speed. Já não precisava de tomar vitaminas!!! Tarde demais o gato já tinha partido todas as molduras, cinzeiros e vários objectos avulsos cá de casa.

Com o tempo acalmou, mas dois anos depois chegou D. Vitória...

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Autor:
Ducha (MM )

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