Anúncios | Artigos | Galeria |  Fórum   | Eventos | Utilizadores | Top | Raças | Diários | Quem?

Utilizador:
Password:
Memorizar-me


== ARTIGOS ==
Site Felinus
Lazer
Entrevistas
Clipping
BD
Newsletters
Encontros
Ajuda
Notícias
Sobre o Site
Informação
Raças
Conselhos
Legislação
Notícias
Campanhas
Crónicas
Histórias Felizes
Ficção
Humor
Opinião
Livros
Revistas
Filmes
Lojas
Veterinários
Alimentação




Artigos  » Informação » Conselhos

POR QUE NÃO PERMITIMOS QUE NOSSOS GATOS VÃO PARA AS RUAS

Texto de Leila Galvão, com a ajuda de Ana Bouhid (original brasileiro)


"Manter seu gato dentro de casa não é maldade. Maldade é expor o gato a doenças, acidentes e à crueldade... em nome de quê? Em nome da "vida livre e selvagem" que humanos, cheios de romantismo equivocado, atribuem aos felinos. Você sonha em ser livre como os mendigos e meninos de rua? Seu gato também não! Nós, que sempre lidamos com gatos de rua, contamos aqui o que vemos acontecer todo dia.

- Um macho vai cruzar com todas as gatas fêmeas que encontrar. Os filhotes que nascerem dessas ninhadas vão morrer atropelados, doentes ou ainda serão assassinados por pessoas ou cães que não gostam de gatos. Na melhor das hipóteses, essas ninhadas serão recolhidos pelos protetores, que arcam com as conseqüências da irresponsabilidade dos proprietários.

- Nas brigas com um gato/gata de rua, ou o gato da rua sai machucado e nesse caso pode morrer por não ter socorro veterinário; ou o seu gato é ferido e pode voltar para casa contaminado por várias doenças, inclusive as incuráveis leucemia, aids felina e peritonite infecciosa.

- Sempre tem aquele vizinho que não gosta de animais. Ele pode envenenar seu gato um dia.

- Gatos não aprendem a atravessar a rua. São atropelados com frequência. Também gostam de se esconder dentro do motor dos carros. Quando ligam o motor o gatinho sofre ferimentos profundos ou mutilações ou morre.

- As gatas passam pelo horror de ver seus filhotes mortos ou jogados fora... ou ainda seus "bondosos donos" jogam fora a própria mãe com a ninhada por que "engravidou de um gato de rua e vai dar trabalho".

- Já ouviu alguém dizer "Ah, o meu gatinho sumiu... acho que roubaram!" Desculpem as palavras duras, mas os gatos NÃO SOMEM. O que nós protetores vemos acontecer todo dia é que gatos são atropelados, envenenados, mortos e comidos por mendigos, por cachorros ou animais silvestres, ou maltratados por psicopatas e muitas vezes agonizam até morrer longe de sua casa e de seus donos. Não se iluda."



Depois do caso do "masterkiller_99"(João e Carla), que o seu gatinho foi morto, fiquei muito indignada...

E tomem cuidado com seus gatos... infelizmente eles não têm 7 vidas.




- Rowan (Ísis Calió) [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 11:31

Versão para Impressão Enviar a um amigo

» Saag ( Selma) » [ Europe/Lisbon ] 2009/12/13 00:57
Ai que horror. Eu bem nunca deixo o meu gato sair nem para a varanda. Que coisa. Ele é como um filho e se algo de mal acontecesse, nem sei o que iria acontecer. Eu tomo muito cuidado. Sempre. Cruzes.

» ajmmr ( Adriana Magalhães) » [ Europe/Lisbon ] 2006/09/04 21:02
O meu Xico tinha liberdade para passear por onde quisesse e quando quisesse (na altura em que eu ainda não sabia bem o que era ter um gato). Morreu atropelado quando tinha 3 anos e ainda hoje, anos depois, eu sofro com isso. Agora o Nico não vai à rua nem pensar. Amo-o demasiado para arriscar uma coisa dessas!
Protege quem amas, sempre!!

» mlp ( Luisa) » [ Europe/Lisbon ] 2006/07/28 16:44
Bem. vou ter que dar a ler este artigo a muitas pessoas que me conhecem, isto porque tenho sp muito medo quando o Boneco se aproxima de uma janela! Gosto muito dele.

» zorra ( pinta ideias) » [ Europe/Lisbon ] 2004/08/05 23:32
Pois este artigo acenta que nem uma luva na história que estou a viver com a minha gata , quer era uma 'vadia bem-secedida' até á altura ... antes deixava-a dar uma voltinha no quintal , mas ela ia sempre mais longe ... mas agora sempre que oiço aqueles miados choroso nem sei o que me passa pela cabeça !

» Assunção ( Assunção Baptista) » [ Europe/Lisbon ] 2004/08/02 22:57
O sítio onde moro é relativamente calmo, só há vivendas e quintas em volta, mesmo assim não me agrada muito a ideia de os meus gatos andarem na rua. Apesar de não haver quase movimento, os carros passam demasiado depressa para o meu gosto e depois do que aconteceu ao Bombom... enfim.
Ainda não desisti de conseguir cercar todo o muro com rede, mas os pestinhas aprenderam a dar o salto por uma árvore que está quase encostada ao dito muro e trepam a cerca de palhinha com um estilo que só visto!!!

» hecep ( Helena Cepeda) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/16 10:42
Uma coisa que as pessoas muitas vezes desconhecem é que os gatos precisam de estar bem adaptados a um local para saberem como voltar para casa. Por exemplo eu nunca deixaria os gatos irem dar uma volta ao quintal numa casa de férias, só mesmo com trela. Convém que eles fiquem entre 2 a 4 semanas numa casa antes de poderem ter acesso ao quintal. sta é uma regra com que me tenho dado bem.

» atlantic ( Elisabete Feitoria) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 23:15
Parabéns pelo artigo, Rowan !
Os psicopatas em todo o lado, o perigo de atropelamento e o de contrairem Felv ou/e Fiv em ambiente urbano são demasiados reais : as cidades não foram feitas para os nossos animais ...

» ZicaCabral ( Zica CAldeira Cabral) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 20:03
concordo com o artigo em zonas urbanas mas não no campo. Enquanto vivi em Lisboa, tive sempre a Xinha enclausurada. Mesmo assim ela fugiu 2 vezes, uma porque queria brincar com os gatos do patio a outra porque caiu da janela abaixo quando caçava uma mosca. Como estava a trabalhar no computador não dei por isso e só meia hora depois(calculo eu) dei pela falta dela. Chamei , chamei fui lá baixo à rua e nada. Foram os empregados do restaurante em frente da minha casa que me alertaram de que ela estava por baixo de um carro assustadissima. E eu ouvia-a miar m,as não conseguia perceber de onde vinha o som. É verdade que a Xinha não estava, propriamente enclausurada, porque tinha uma casa enorme com 3 andares para explorar mas, normalmente quando eu estava no primeiro andar ela estava sempre no meu atelir e no segundo , embora pudesse sair, ela estava sempre na sala ou no meu quarto e nao saia de ao pe de mim. Quando eu ía passar as ferias para a minha quinta da Serra da Estrela, lavava-a para o jardim , sempre conosco, e com uma grande corda amarrada à coleira para ela poder andar mais ou menos à vontade. Mas a verdade é que nós tinhamos 4 cães da Serra que não gostavam de gatos e que lhes faziam caçadas. E eu sabia disso. Nunca me atreveria a deixar a Xinha à solta naquele ambiente.
Aqui em Inglaterra é diferente. Vivemos no campo, rodeados por campo , a estrada é bastante longe e aqui nesta estradinha passa um carro ou os tractores da quinta ao lado de vez em quando mas muito devagar e a Xinha sempre teve imenso medo de automoveis por isso foge rapidamente. Ao principio, quando ela chegou, fazia a mesma coisa que na Quinta. Amarrava uma enorme corda à coleira e ammarava essa corda ao varal da roupa. Ela podia explorar o jardim quase todo. Mas a corda prendia-se nos arbustos e ela dava voltas e mais voltas para se soltar , ficando cada vez mais presa. Lá ia eu ao jardim soltá-la. Mas o medo que tinha de que ela se perdesse fazia com que não a deixasse sair em liberdade. Um dia estavam cá uns amigos para um churrasco e , um deles, ao ir buscar os pratos lá dentro de casa , deixou a porta da cozinha aberta.....e a Xinha aproveitou logo. Eu fiquei histerica mas ela seguiu-me sempre e andou sempre ao meu lado. A partir daí deixo-a em liberdade pondo-lhe sempre um limite nas saidas. Nunca a deixou à solta quando estou em casa e, ao lusco fusco, já não sai de casa. Só apanhei um susto valente num dia em que ela não apareceu. Só a encontrei às 6 da manhâ. Porquê? Porque tinha ficado presa numa das casinhas do jardim e eu nem dei porque ela entrou. Foi mesmo em frente da cozinha e, embora tivesse chamado milhares de vezes, ela não respondeu. Na manhã seguinte lá ouvimos miar e quando abri a porta lá veio ela toda dengosa. Claro que não dormi toda a noite , rezei muito para que ela não estivesse a sofrer (porque já a imaginava nas goelas de uma raposa ou nas garras de uma curuja) e quando a encontrei dei-lhe tantos beijinhos e abraços que quase a sufoquei de tantos mimos. Mas desde então tenho o maior cuidado. Aliás aqui é uma das coisas que anunciam e que vejam as arrecadações de jardim antes de ir de ferias e tenham sempre comida e agua lá dentro para o caso de um animal ficar lá preso inadvertidamente.


» hecep ( Helena Cepeda) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 17:00
Eu concordo com alguns pontos do artigo não com todos. Claro que todos os gatos devem estar esterilizados e vacinados à partida, logo a parte das ninhadas e do contágio por FELV ficam excluídos (no caso do FELV em 80% apenas). Se eu vivesse num meio urbano ou junto a um local com muito movimento nunca deixaria os gatos irem à rua. Agora no sítio onde vivo acho que é relativamente seguro. Tento remediar os perigos só os deixando sair de dia e comigo em casa. Mas claro que continuam a existir perigos. A verdade é que as pessoas que cá vivem e nunca deixam os gatos sair à rua sofrem um bocado e os gatos também. Quando os gatos por acidente saiem desorientam-se completamente. Os meus voltam para casa sózinhos, sabem perfeitamente o caminho e o que encontram no quintal, é menos stressante. E ainda não tive um gato que não tenha apreciado a oportunidade de dar uma voltinha. Enfim, bem sei que é assunto polémico mas cada um faz o que nos parece melhor para eles. A verdade é que cheguei a ter as gatas fechadas em casa durante quase 4 meses e depois achei que dadas as circunstâncias não era o melhor para elas. Se me mudasse para um sítio mais perigoso provavelmente tentava construir uma "gaiola grande", completamente vedada no quintal, para eles poderem apreciar a natureza na mesma. Mesmo aqui ainda não desisti da ideia de construir um gatil com uma parte vedada ao ar livre para eles poderem estar completamente à vontade. De qualquer forma a Txugui e o Capuccino são daqueles qua não se afastam muito e voltam quando chamo (quer dizer, passado um bocado, são gato né?).

» bixana ( Alexandra Soares) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 15:38
Eu concordo com o artigo. Na casa dos meus pais houve muitos muitos gatos. A maioria desapareceu, e nós sabemos que não fugiram! Dos que se habituaram a sair só resta a Clementina, e essa não sai (a não ser que consiga escapar sem a gente dar fé) porque está velhinha e nós temos medo do que lhe possa acontecer. Um dia apareceu coberta de óleo preto, de carro achamos nós, porque aparentemente escorregou e caiu numa poça. Teve muita sorte. Não se tinha lambido, apareceu pouco depois do acontecido e nós, com cinco ou seis desesperantes (e histéricos) banhos conseguimos tirar o óleo praticamente todo. Mas foi um susto.
Onde eu moro é um sítio calmo, passam poucos carros e normalmente passam devagar. Há montes de gatos, de apartamento, que se passeiam na rua. Ma as minhas não saem. Mais ainda agora desde a história do tigradinho atropelado. Elas não pedem para sair, olham pela janela e cobiçam as pombas que parecem fazer pouco delas. E chega. Creio que são mais felizes assim. Ou são tão felizes quanto podem ser. O nosso mundo não está construído à medida dos animais!

» fabriro ( Fátima Rodrigues) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 15:31
Concordo com tudo o que é dito no artigo. Também acho que o exemplo das crianças em nada se pode comparar. Nunca deixamos um filho nosso de 4 anos sair sózinho à rua, mesmo com mais idade as crianças são vigiadas para não correrem perigos. Um gatinho na rua ( = a criança muito pequenina) vai sózinho à aventura que quase sempre termina mal. A minha Ninja esteve desaparecida desde as 10h da manha de Domingo passado. Encontrei-a às 6 h da madrugada de Segunda. Ela tem acesso ao terraço, mas não à rua. Caiu, ficou em pánico e esteve enfiada num terreno em frente a casa sem responder à minha voz. Passei a noite sem dormir a chamar e a procura-la, às 6 da manha fui encontra-la no cimo de uma rede presa em arame farpado sad.gif Se aquilo tivesse acontecido longe de casa a minha boneca podia ter morrido e eu nunca me perdoaria!!

» chitamota ( Tânia Mota) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 15:11
Parabéns pelo artigo! Não se mudam mentalidades dum dia para o outro mas pode ser q este seja mais um pq passo nesse sentido. Tenho 2 gatos uma vive cmg num apartamento o gato com os meus pais. Tem acesso ao quintal mas vigiado e não csg sair dele. Mm assim fico sempre preocupada...

» csfb ( Claudia Barbosa) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 13:52
Óptimo artigo. Infelizmente sei, por experiência, o que é a angústia de ter um peludinho na rua, completamente desprotegido. Também sei como é que ele voltou. E depois, se eles estiverem habituados desde pequenos a estar somente dentro de casa, pouca vontade têm de se aventurar (acho eu, que tenho o exemplo do meu Steve...).

» Inner_Silence ( Leonor Calaça) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 12:36
Bem, eu acho que devíamos esterilizar sempre os nossos amigos peludos, porque assim evitavam-se muitas ninhadas indesejadas, que já proliferam, infelizmente... Eu gostava de ter um terreno para poder deixar os meus meninos andarem à vontade, mas um terreno no qual não houvesse perigo algum, e de onde não pudessem sair, para não se magoarem... A Isabel tem razão quando diz que há gatos que podem não se habituar à rua, mas em relação às crianças... elas podem sair connosco, não as temos "enclausuradas", e as crianças têm a vantagem de falar a mesma língua que nós, por isso podem aprender a defender-se dos perigos...

Enfim, eu confesso que morro de medo que os meus putos peludos se percam na rua...

Fantástico artigo, Ísis! smile.gif

» SAGRADA ( Cláudia) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 12:07
O ideal seria mesmo te-los em casa, protegidos do frio em excesso, do calor em excesso, da chuva, onde recebecem carinhos, a sua comidinha e tivessem a sua caminha, a sua areia, o seu espaço, a sua familia! E ainda tivessem acesso a um jardim, a um pátio, a um lugar onde sentissem o vento, o solinho, onde pudessem rebolar na relvinha, correr e brincar, "caçar" uns insectos... sem qualquer perigo! É o que espero vir a dar aos meus!

» Scarlet ( Isabel C.) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 11:44
Concordo em parte. Mas não a 100%. Apesar de morar num r/c que dá para um jardim (privado), os meus gatos não saem de casa, mas continuo a sentir-me culpada por não lhes proporcionar essa liberdade. Obviamente, para sairem teriam que estar castrados/esterilizadas (como estão todos), o que evitaria logo os 2 primeiros pontos e também o 5º. Agora, é claro que os outros perigos existem. Mas também existem para crianças e não as trancamos a 7 chaves! Porque é que os meus gatos já não saem? Por motivos egoístas, confesso. Uma vez a Scarlet esteve desaparecida durante um dia quase inteiro e eu fiquei num desespero tal que nunca mais! Mas não acho que seja melhor dona do que aqueles que deixam sair gatos castrados/esterilizadas em locais de pouco perigo, como é o caso da minha zona e até preferiria saber que um dos meus gatos teria vivido pouco mas feliz do que muitos anos encerrado em 4 paredes e desesperado. Os meus habituaram-se à clausura e acho que são felizes, mas há outros que nunca se habituam. Se tivesse um desses, acho que seria um acto de amor deixá-lo sair

» Gasparbia ( Fernanda Ferreira) » [ Europe/Lisbon ] 2004/07/15 11:37
Ísis, óptimo artigo. Concordo plenamente. smile.gif É por causa destas coisas todas que na 6º feira vou ficar com mais uma peludinha, a Margarida!! wub.gif
TERMOS DE USO | Regras de Utilização | Felinus e Cia. - © 2001 - 2018 Equipa Felinus